Podemos nem lá chegar....mas já tenho bilhete para a final!
Jony, se fosse o teu binfas a lá ir ...o bilhete era para ti!
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
quinta-feira, fevereiro 24, 2005
Ventos de mudança
Esta na altura de formar governo, os prováveis nomes avançados para o Executivo, são apontados os dos ex-ministros socialistas do tempo de António Guterres, a saber: Mariano Gago, Augusto Santos Silva, António Costa, José Lello, Maria João Simões, Jorge Coelho e António Vitorino. São os ventos de mudança.....qual mudança?
domingo, fevereiro 20, 2005
Se os candidatos fossem donos de uma mercearia
Lopes
Empregaria só mulheres.
Existiria um sem número de cartazes dizendo coisas como "Já viu quantas laranjas já vendemos esta semana?" ou "Já reparou que a mercearia está muito limpa?". Na entrada, um tapete com a cara de Sampaio permitiria às pessoas limpar os pés.
Todos os meses tinham direito a uma festa: da batata, da cenoura, do agrião.... O gel para o cabelo era vendido mais barato e a música ambiente seria seleccionada pelo Dj da Kapital. Posters de incubadoras fariam o décor juntamente com um da equipa do Sporting que ganhou a taça na altura da presidência Santana.
A mercearia não teria nem lucro nem prejuízo.
Sócrates
Contrataria mais de vinte empregados.
Far-se-iam estudos para saber que produtos vender.
Far-se-iam estudos sobre que produtos não vender.
Far-se-iam estudos para avaliar os estudos feitos previamente.
Criar-se-ia uma comissão para decidir que estudos eram válidos.
Apesar de ser uma mercearia de bairro, os empregados teriam formação em inglês, árabe e russo.
O plano tecnológico mudaria tudo: ao invés de uma máquina registradora, uma computador com écran de flatscreen; substituindo os velhos preços em papel, écrans digitais mostrariam em vermelho vivo o preço do tomate; o aquecimento estaria a cargo de paneis solares, demonstrando uma política ambiental.
A decoração seria composta por posters de incineradoras e fotografias do próprio, sorrindo. Quando o dinheiro se esgotasse, e os bancos, os fornecedores e os empregados (nessa altura já cerca de 100) quisessem o seu dinheiro, Sócrates iria de férias para um sítio com pântanos, ou algo assim.
O mais importante de tudo seria utilizar, junto dos clientes, expressões como "confiança", "responsabilizante" e "inglês no básico", mesmo quando estes apenas desejavam o preço da uva mijona.
Para pagar tudo isto recorrer-se-ia a empréstimos bancários, e, se necessário, seria adiado o pagamento aos fornecedores.
Portas
Rezava-se o terço antes de abrir e depois de fechar.
Enormes retratos de Nossa Senhora alindavam as paredes.
Os empregados seriam todos brancos, católicos e de classe média. Os cremes de bronzear estariam em promoção permanente.
A mercearia daria lucro, mas este seria todo doado ao FBI-L (Fundo para a Beatificação Imediata da Irmã Lúcia).
Jerónimo
Mercearia colectivizada.
Mercearia ao serviço do proletariado.
Só três produtos: pão de ontem, vinho tinto e fita adesiva para calar as vozes dissidentes. Ocupar-se-iam as outras lojas do bairro. Todos os habitantes deste teriam que contribuir com uma taxa revolucionária para mandar vir bananas de cuba. Oferta do jornal Avante a todos os clientes.
Posters de Estaline, da Sibéria, de Saramago e da peça de Revista em que a deputada Odete estivesse na altura.
Os empregados tratar-se-iam por camaradas e seriam incentivados à denúncia uns dos outros em troca de migas.
Antes, depois e durante o trabalho, seria incentivada a leitura das memórias eróticas de Lenine e do tratado de optometria de Cunhal "Olhe que não, olhe que não!"
Louçã
Contrataria 1000 empregados - tal número seria devido às quotas, procurando evitar a discriminação das minorias... afinal, "anões orientais homossexuais" e "transformistas nórdicos sofrendo de gigantismo" também precisam de trabalhar.
Faria auditorias permanentes para saber se as maçãs tinham sido todas vendidas ou se alguém andava a dar dentadas na fruta.
Por cada quilo de bananas o cliente teria direito a um "vale 1 aborto".
Os empregados não podiam usar gravata mas tinham que fumar três charros por dia. A heroína seria vendido ao mesmo preço da farinha e ao lado desta para estimular confusões (afinal são dois produtos poeirentos brancos de uso doméstico). Música ambiente por qualquer banda cuja popularidade andasse por baixo (ex: Pedro Abrunhosa, Kussundulola). Só se venderiam produtos portugueses ou norte-coreanos (eventualmente alguns feijões da Albânia).
A Mercearia declararia guerra aos Estados Unidos.
Os empregados teriam direito a faltar sempre que alguém, em qualquer parte do mundo, se manifestasse contra fosse o que fosse.
Decoração com posters de Trotsky, de pornografia homossexual e de Michael Moore.
Não se venderiam laranjas por motivos ideológicos.
Seria tudo feito com a mão esquerda.
Lucro: o que é isso...?!?
Empregaria só mulheres.
Existiria um sem número de cartazes dizendo coisas como "Já viu quantas laranjas já vendemos esta semana?" ou "Já reparou que a mercearia está muito limpa?". Na entrada, um tapete com a cara de Sampaio permitiria às pessoas limpar os pés.
Todos os meses tinham direito a uma festa: da batata, da cenoura, do agrião.... O gel para o cabelo era vendido mais barato e a música ambiente seria seleccionada pelo Dj da Kapital. Posters de incubadoras fariam o décor juntamente com um da equipa do Sporting que ganhou a taça na altura da presidência Santana.
A mercearia não teria nem lucro nem prejuízo.
Sócrates
Contrataria mais de vinte empregados.
Far-se-iam estudos para saber que produtos vender.
Far-se-iam estudos sobre que produtos não vender.
Far-se-iam estudos para avaliar os estudos feitos previamente.
Criar-se-ia uma comissão para decidir que estudos eram válidos.
Apesar de ser uma mercearia de bairro, os empregados teriam formação em inglês, árabe e russo.
O plano tecnológico mudaria tudo: ao invés de uma máquina registradora, uma computador com écran de flatscreen; substituindo os velhos preços em papel, écrans digitais mostrariam em vermelho vivo o preço do tomate; o aquecimento estaria a cargo de paneis solares, demonstrando uma política ambiental.
A decoração seria composta por posters de incineradoras e fotografias do próprio, sorrindo. Quando o dinheiro se esgotasse, e os bancos, os fornecedores e os empregados (nessa altura já cerca de 100) quisessem o seu dinheiro, Sócrates iria de férias para um sítio com pântanos, ou algo assim.
O mais importante de tudo seria utilizar, junto dos clientes, expressões como "confiança", "responsabilizante" e "inglês no básico", mesmo quando estes apenas desejavam o preço da uva mijona.
Para pagar tudo isto recorrer-se-ia a empréstimos bancários, e, se necessário, seria adiado o pagamento aos fornecedores.
Portas
Rezava-se o terço antes de abrir e depois de fechar.
Enormes retratos de Nossa Senhora alindavam as paredes.
Os empregados seriam todos brancos, católicos e de classe média. Os cremes de bronzear estariam em promoção permanente.
A mercearia daria lucro, mas este seria todo doado ao FBI-L (Fundo para a Beatificação Imediata da Irmã Lúcia).
Jerónimo
Mercearia colectivizada.
Mercearia ao serviço do proletariado.
Só três produtos: pão de ontem, vinho tinto e fita adesiva para calar as vozes dissidentes. Ocupar-se-iam as outras lojas do bairro. Todos os habitantes deste teriam que contribuir com uma taxa revolucionária para mandar vir bananas de cuba. Oferta do jornal Avante a todos os clientes.
Posters de Estaline, da Sibéria, de Saramago e da peça de Revista em que a deputada Odete estivesse na altura.
Os empregados tratar-se-iam por camaradas e seriam incentivados à denúncia uns dos outros em troca de migas.
Antes, depois e durante o trabalho, seria incentivada a leitura das memórias eróticas de Lenine e do tratado de optometria de Cunhal "Olhe que não, olhe que não!"
Louçã
Contrataria 1000 empregados - tal número seria devido às quotas, procurando evitar a discriminação das minorias... afinal, "anões orientais homossexuais" e "transformistas nórdicos sofrendo de gigantismo" também precisam de trabalhar.
Faria auditorias permanentes para saber se as maçãs tinham sido todas vendidas ou se alguém andava a dar dentadas na fruta.
Por cada quilo de bananas o cliente teria direito a um "vale 1 aborto".
Os empregados não podiam usar gravata mas tinham que fumar três charros por dia. A heroína seria vendido ao mesmo preço da farinha e ao lado desta para estimular confusões (afinal são dois produtos poeirentos brancos de uso doméstico). Música ambiente por qualquer banda cuja popularidade andasse por baixo (ex: Pedro Abrunhosa, Kussundulola). Só se venderiam produtos portugueses ou norte-coreanos (eventualmente alguns feijões da Albânia).
A Mercearia declararia guerra aos Estados Unidos.
Os empregados teriam direito a faltar sempre que alguém, em qualquer parte do mundo, se manifestasse contra fosse o que fosse.
Decoração com posters de Trotsky, de pornografia homossexual e de Michael Moore.
Não se venderiam laranjas por motivos ideológicos.
Seria tudo feito com a mão esquerda.
Lucro: o que é isso...?!?
sábado, fevereiro 19, 2005
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
A morte saiu à rua
A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte
O pintor morreu
Teu sangue, Pintor, reclama
Outra morte Igual
Só olho Por olho e
Dente por dente Vale
À lei assassina
À morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor
Quem rirá por fim
Na curva da estrada
Há covas feitas no chão
E em todas florirão rosas duma nação
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte
O pintor morreu
Teu sangue, Pintor, reclama
Outra morte Igual
Só olho Por olho e
Dente por dente Vale
À lei assassina
À morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor
Quem rirá por fim
Na curva da estrada
Há covas feitas no chão
E em todas florirão rosas duma nação
quarta-feira, fevereiro 16, 2005
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
Namorados

É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
domingo, fevereiro 13, 2005
História Suja
"... todas as televisões do mundo repetiam um lamentável espectáculo de violência protagonizado por Rivaldo, o ídolo, o "melhor jogador do mundo"...
O fulano que recebeu a tareia dada por Rivaldo e alguns dos encarregados de tratar das suas pernas talvez se tenha limitado a reclamar o que lhe pedia o seu coração de adepto...
Vale a pena perguntar como reagiria - se é que entendesse do que se trata - se um adepto do belo desporto manifestasse a sua estranheza por uma equipa que compete na UEFA dispor de um orçamento maior do que aquele destinado à saúde e à educação em muitas nações da África ou da América Latina, ou expressasse o seu claro desacordo com as cifras milionárias envolvidas na publicidade do futebol. Um relatório recente da Organização Mundial de Saúde refere que, com apenas 25% do que os clubes recebem dos seus supostos sponsors, se teria erradicado a SIDA em todo o continente africano."
Palavras de Luis Sepúlveda e opinião de todo o homem com bom senso... para onde caminhamos? tá na hora de evoluirmos... como seres humanos!
O fulano que recebeu a tareia dada por Rivaldo e alguns dos encarregados de tratar das suas pernas talvez se tenha limitado a reclamar o que lhe pedia o seu coração de adepto...
Vale a pena perguntar como reagiria - se é que entendesse do que se trata - se um adepto do belo desporto manifestasse a sua estranheza por uma equipa que compete na UEFA dispor de um orçamento maior do que aquele destinado à saúde e à educação em muitas nações da África ou da América Latina, ou expressasse o seu claro desacordo com as cifras milionárias envolvidas na publicidade do futebol. Um relatório recente da Organização Mundial de Saúde refere que, com apenas 25% do que os clubes recebem dos seus supostos sponsors, se teria erradicado a SIDA em todo o continente africano."
Palavras de Luis Sepúlveda e opinião de todo o homem com bom senso... para onde caminhamos? tá na hora de evoluirmos... como seres humanos!
sexta-feira, fevereiro 11, 2005
ONE
I Can't Remember Anything
Can't Tell If this Is True or Dream
Deep down Inside I Feel to Scream
this Terrible Silence Stops Me
Now That the War Is Through with Me
I'm Waking up I Can Not See
That There Is Not Much Left of Me
Nothing Is Real but Pain Now
Hold My Breath as I Wish for Death
Oh Please God,wake Me
Back in the Womb its Much Too Real
in Pumps Life That I must Feel
but Can't Look Forward to Reveal
Look to the Time When I'll Live
Fed Through the Tube That Sticks in Me
Just like a Wartime Novelty
Tied to Machines That Make Me Be
Cut this Life off from Me
Hold My Breath as I Wish for Death
Oh Please God,wake Me
Now the World Is Gone I'm Just One
Oh God,help Me Hold My Breath as I Wish for Death
Oh Please God Help Me
Darkness Imprisoning Me
All That I See
Absolute Horror
I Cannot Live
I Cannot Die
Trapped in Myself
Body My Holding Cell
Landmine Has Taken My Sight
Taken My Speech
Taken My Hearing
Taken My Arms
Taken My Legs
Taken My Soul
Left Me with Life in Hell
Can't Tell If this Is True or Dream
Deep down Inside I Feel to Scream
this Terrible Silence Stops Me
Now That the War Is Through with Me
I'm Waking up I Can Not See
That There Is Not Much Left of Me
Nothing Is Real but Pain Now
Hold My Breath as I Wish for Death
Oh Please God,wake Me
Back in the Womb its Much Too Real
in Pumps Life That I must Feel
but Can't Look Forward to Reveal
Look to the Time When I'll Live
Fed Through the Tube That Sticks in Me
Just like a Wartime Novelty
Tied to Machines That Make Me Be
Cut this Life off from Me
Hold My Breath as I Wish for Death
Oh Please God,wake Me
Now the World Is Gone I'm Just One
Oh God,help Me Hold My Breath as I Wish for Death
Oh Please God Help Me
Darkness Imprisoning Me
All That I See
Absolute Horror
I Cannot Live
I Cannot Die
Trapped in Myself
Body My Holding Cell
Landmine Has Taken My Sight
Taken My Speech
Taken My Hearing
Taken My Arms
Taken My Legs
Taken My Soul
Left Me with Life in Hell
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
O'QUESTRADA
É um projecto almadense (mais um) imperdível. Com forte componente visual, vale mesmo a pena vê-los num espectáculo de café concerto. Uma fusão de várias cores musicais, fado, pop, ska, funáná, que resulta num espectáculo muito emotivo, divertido e agradável. Muito interactivos com o público, realizaram concertos ambulantes, nas ruas indo ao encontro de vários públicos, surpreendendo e cativando a sua atenção. Contam com instrumentos como, guitarra portuguesa, acordeão, viola e a original "contra bacia".
A estar atento à sua agenda.
www.oquestrada.com
A estar atento à sua agenda.
www.oquestrada.com
domingo, fevereiro 06, 2005
Infinita Tristeza
[Boy:] Mamá...?
[Mum:] Qué?
[Boy:] Puedo tener Hijos?
[Mum:] Ahora no porque tienes siete años
[Mum:] Pero los tendrá cuando seas mayor y te cases
[Boy 2:] Quién tiene antes el niño, la madre o el padre
[Mum:] El padre pone la semilla como te he dicho,
y la madre pone la tierra
en que esa semilla hará la flor.
[Boy:] Y quién es la flor?
[Mum:] Tú
[Boy:] Por qué no crecen los niños dentro de los papás?
Yo ya estoy deseando tener niños, y tú Quique?
[Quique:] Oh Yo no...
[Mum:] Qué?
[Boy:] Puedo tener Hijos?
[Mum:] Ahora no porque tienes siete años
[Mum:] Pero los tendrá cuando seas mayor y te cases
[Boy 2:] Quién tiene antes el niño, la madre o el padre
[Mum:] El padre pone la semilla como te he dicho,
y la madre pone la tierra
en que esa semilla hará la flor.
[Boy:] Y quién es la flor?
[Mum:] Tú
[Boy:] Por qué no crecen los niños dentro de los papás?
Yo ya estoy deseando tener niños, y tú Quique?
[Quique:] Oh Yo no...
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
Contos de embalar
Era uma vez uma prinçusa, que vivia suzinha na turre do seu castalho e estava traste, muito traste por estar suzinha. Resolve, então, enviar um bilhuto a um prinçuso que também vivia suzinho na turre do seu castalho.
Escreveu muitos bilhutos até que, um dia, o prinçuso agarrou no seu cavulo e cavinhou, cavinhou, cavinhou pela florista até chegar ao castalho da prinçusa.
Quando chegou à purta do castalho da prinçusa, dá-lhe um pintapu e a purta cai. Sobe a correr até à turre da prinçusa, arrebenta com a purta do quarto da prinçusa, ele olha para ela, ela olha para ele, ele olha para ela... e dá-lhe três fadas...
Escreveu muitos bilhutos até que, um dia, o prinçuso agarrou no seu cavulo e cavinhou, cavinhou, cavinhou pela florista até chegar ao castalho da prinçusa.
Quando chegou à purta do castalho da prinçusa, dá-lhe um pintapu e a purta cai. Sobe a correr até à turre da prinçusa, arrebenta com a purta do quarto da prinçusa, ele olha para ela, ela olha para ele, ele olha para ela... e dá-lhe três fadas...
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
O que se lê por ai....
Uma verdadeira pérola da blogosfera
Pescador perde bicicleta
[Mais uma história verídica retirada do baú]
Silvestre da Silva, conhecido pelos seus amigos por «Atum», saiu, no passado domingo, para a habitual pescaria, mas regressaria a casa sem a sua bicicleta: «Saí de manhã com ela para o rio e lá estive todo o dia. Recordo-me de, no regresso, ter passado a ponte nela, mas, quando me aproximava de casa constatei que vinha a pé e a bicicleta tinha desaparecido.»Silvina da Silva, mulher de Silvestre, desabafa: «Nestes dias nem estou descansada, já é a terceira vez que o meu homem chega a casa sem a bicicleta. Preocupa-me que um dia esses gatunos ainda façam mal ao meu marido. Felizmente, a bicicleta tem sempre aparecido.»Mais uma vez, a bicicleta foi encontrada à porta da taberna do Herculano e devolvida, entretanto, ao seu dono.
Pescador perde bicicleta
[Mais uma história verídica retirada do baú]
Silvestre da Silva, conhecido pelos seus amigos por «Atum», saiu, no passado domingo, para a habitual pescaria, mas regressaria a casa sem a sua bicicleta: «Saí de manhã com ela para o rio e lá estive todo o dia. Recordo-me de, no regresso, ter passado a ponte nela, mas, quando me aproximava de casa constatei que vinha a pé e a bicicleta tinha desaparecido.»Silvina da Silva, mulher de Silvestre, desabafa: «Nestes dias nem estou descansada, já é a terceira vez que o meu homem chega a casa sem a bicicleta. Preocupa-me que um dia esses gatunos ainda façam mal ao meu marido. Felizmente, a bicicleta tem sempre aparecido.»Mais uma vez, a bicicleta foi encontrada à porta da taberna do Herculano e devolvida, entretanto, ao seu dono.
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