...tal e qual feito pirata, na sua embarcação quase fantasma....sem tripulação, também, era difícil colocar mais alguém em cima de quatro paletes de fruta pregadas e um pau de vassoura a fazer de mastro, ele desbrava a fúria do mar em busca de um tesouro outrora inatingível.
Agora, mais perto de que nunca, ele continua...navegando, lutando contra as vagas que se erguem defronte dele....sem medos.
Leva consigo apenas uma pequena reserva de agua....e um molho de chaves...milhentas chaves, mais parece um guarda nocturno dos antigos.
Chaves essas com que vai tentar abrir o pequeno cofre...pode demorar dias, semanas...mas vai continuar...
Agora, mais perto de que nunca, ele continua...navegando, lutando contra as vagas que se erguem defronte dele....sem medos.
Leva consigo apenas uma pequena reserva de agua....e um molho de chaves...milhentas chaves, mais parece um guarda nocturno dos antigos.
Chaves essas com que vai tentar abrir o pequeno cofre...pode demorar dias, semanas...mas vai continuar...
2 comentários:
Era dia de bola. Hoje tinha mesmo q ir ao estádio comemorar. Vestira as cuecas novas naquela cor linda verde lagarto q a tia Elvira me oferecera na última vitória do clube, aperaltara-me, e todo perfumadinho lá ía eu o encontro do meu adorado marinheiro q me esperava na curva do caminho com os bilhetes. Eu estava radiante. Era o meu dia e sentia-me tão feliz como no dia em q o meu adorado marinheiro me empalou mesmo á porta do estádio. Q bons tempos e q boas lembranças... já nem existe o velho estádio. Hoje é um estádio todo novinho e verdinho.
E lá estávamos nós abraçadinhos na bancada a ver os nossos idolos.
Se o jogo nos correr bem de certeza q o meu marinheiro me dá 2 hoje.
Fim do jogo. saímos e nesse dia apenas levei uma carga de porrada nos cornos porque o Sporting perdera de novo e ainda não era desta q era enrabado a sério.
Ainda por cima o bruto me rasgou as cuequinhas novas!
Alikas
Era dia de bola. Mais um fim de semana maravilhoso, ensolarado, lindo.
Lindo como o meu amado marinheiro.
E ele convidava-me de novo a ir á bola.
Hoje não levava as cuequinhas verdes da Tia Elvira, o bruto tinha-as rasgado.Tudo normal.
Desta vêz é que era. O bruto lindo hoje dava-me as prometidas e atrasadas duas que eu tanto desejava e ansiava. A noite seria minha, depois do jogo, o marinheiro estaria comigo e só comigo. É assim o nosso amor.
Mas... que infelicidade a minha, a equipe do meu adorado marinheiro tinha perdido por 4-1 e acabei novamente a levar uma carga de porrada nos cornos.
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