Hoje sonhava...sonhava que descia um rio de jangada, um rio diferente dos outros rios que conhecia, era de águas turvas, bastante escuras, por momentos pensei que fosse um qualquer rio poluído de Portugal, depois notei nas margens, autênticas paredes de árvores, floresta cerrada, não dava para visualizar um palmo que fosse por detrás da densa barreira.
Tinha que me concentrar no rio, a velocidade com que a jangada o descia era vertiginosa, notei nos seres que saltavam à frente da jangada, tipo peixes, todos diferentes....eram Oportunidades que saltavam, era o Rio das Oportunidades em que me encontrava a deslizar nas suas águas velozes.
Tentei em vão apanhar alguma delas, mas a velocidade com que passavam pela jangada era impossível de acompanhar.
Dei por mim ainda a tentar dar mais velocidade à jangada, descontroladamente lá ia seguindo atrás das oportunidades.
De repente notei que a corrente ia aumentando, um barulho alertou-me para um perigo iminente....uma enorme queda de água!
Tentei por todos os meios fugir daquele turbilhão, impossível! A força da água era muita e arrastava-me.
Entrei em queda, agarrei-me com todas as forças à jangada, julguei que o fim se aproximava...então rezei.
Rezei alto, enquanto me precipitava para um triste final....
Inesperadamente, sinto umas garras a rasgarem-me a pele e a puxarem-me para cima.....vejo a jangada a despedaçar-se no fim das cataratas....olho para cima e vejo que fui salvo por um pterosaurs comandado por uma mulher que me leva para uma das margens do rio.
Pousa-me, a rapariga que vinha em cima do tal bicho, olha para mim e diz-me:
-As oportunidades quando surgem agarra-as bem....se não as agarrares...já não vale a pena ires atrás delas.
Dito isto arrancou...e eu fiquei ali sentado a vê-los desaparecer no céu cinzento e a pensar...
-Mas porque raio eu rezei se nem sequer acredito em Deus????
Tinha que me concentrar no rio, a velocidade com que a jangada o descia era vertiginosa, notei nos seres que saltavam à frente da jangada, tipo peixes, todos diferentes....eram Oportunidades que saltavam, era o Rio das Oportunidades em que me encontrava a deslizar nas suas águas velozes.
Tentei em vão apanhar alguma delas, mas a velocidade com que passavam pela jangada era impossível de acompanhar.
Dei por mim ainda a tentar dar mais velocidade à jangada, descontroladamente lá ia seguindo atrás das oportunidades.
De repente notei que a corrente ia aumentando, um barulho alertou-me para um perigo iminente....uma enorme queda de água!
Tentei por todos os meios fugir daquele turbilhão, impossível! A força da água era muita e arrastava-me.
Entrei em queda, agarrei-me com todas as forças à jangada, julguei que o fim se aproximava...então rezei.
Rezei alto, enquanto me precipitava para um triste final....
Inesperadamente, sinto umas garras a rasgarem-me a pele e a puxarem-me para cima.....vejo a jangada a despedaçar-se no fim das cataratas....olho para cima e vejo que fui salvo por um pterosaurs comandado por uma mulher que me leva para uma das margens do rio.
Pousa-me, a rapariga que vinha em cima do tal bicho, olha para mim e diz-me:
-As oportunidades quando surgem agarra-as bem....se não as agarrares...já não vale a pena ires atrás delas.
Dito isto arrancou...e eu fiquei ali sentado a vê-los desaparecer no céu cinzento e a pensar...
-Mas porque raio eu rezei se nem sequer acredito em Deus????
1 comentário:
Mas será preciso acreditar nesse «Senhor», para termos um Rio de Oportunidades?
Gostei do texto!
Katia
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